Estudante mPeL
Blogue criado no âmbito do Mestrado em Pedagogia do eLearning (Universidade Aberta)
domingo, 16 de julho de 2023
terça-feira, 23 de maio de 2023
Temática II - Dimensão Professor (Humano e Virtual) - II
Bibliografia anotada – O Professor Online
Silva, A., & Alves, P. (2009). O papel do
professor online num ambiente de educação a distância. In M. F. Vieira & J.
Coutinho (Eds.), Multimédia Educativo e Hipermédia Anual (pp. 251-264).
Universidade do Minho.
Neste
artigo os autores refletem sobre as capacidades exigidas aos professores num ambiente
de educação a distância, nomeadamente no ensono online. É feita uma análise das
transformações e mudanças do papel dos professores no contexto do ensino e da
aprendizagem online, salientando-se a necessidade de desenvolvimento de novas
aptidões e competências técnicas, tecnológicas, pedagógicas e didáticas por
parte dos docentes. O professor online deve ser capaz de refletir sobre as suas
práticas e conceções e ser capaz de as reorientar tirando partido do
enriquecimento com o digital. Passa assim a ser visto como mais um recurso que
os alunos têm à sua disposição para poderem aprender, sendo responsável pela conceção
pedagógica de cursos e materiais, pela facilitação de atividades de
aprendizagem, pela interação com os alunos e promoção da interação dos alunos
uns com os outros, e pela avaliação dos estudantes. De toda a análise que é
feita, destacam-se os seguintes desafios principais: promover o envolvimento
dos alunos nas atividades, fornecer feedback oportuno e eficaz e promover um
sentido de comunidade nas plataformas e ambientes virtuais de aprendizagem utilizados.
Este
documento é relevante para o nosso estudo na medida em que incide sobre as responsabilidades
específicas dos docentes online e os desafios relacionados com a facilitação, a
conceção pedagógica, os métodos de ensino interativos e a utilização da
tecnologia para envolver e apoiar os alunos em ambientes online.
Barros, D., Morgado, L., & Guerreiro, A. (2007). O
Papel do E-formador na Educação Online. In T. Bastiaens & S.
Carliner (Eds.), Proceedings of World Conference on E-Learning in Corporate,
Government, Healthcare, and Higher Education 2007 (pp. 2589-2596).
Este
capítulo de livro centra-se no papel do professor online, aqui referido como e-formador,
que passa a ter outras responsabilidades e competências que vão para além das pedagógicas
e didáticas. Os autores discutem acerca dos desafios enfrentados pelos professores
online, com especial destaque para a promoção do envolvimento dos alunos nas
tarefas de aprendizagem, a criação e manutenção da colaboração entre alunos e da
interação professor – aluno, a questão da motivação por parte do professor aos alunos,
a gestão dos debates online em fóruns de discussão, e a elaboração e fornecimento
de feedback oportuno e eficaz. Por fim,
para além das considerações mais teóricas, o artigo proporciona ainda algumas
recomendações práticas para os e-formadores melhorarem as suas práticas de
ensino em ambientes online.
Lee, S. (2020). A study on the
effective online teaching model using the analysis of teacher's behavior.
Journal of the Korea Society of Computer and Information, 25(6), 95-101.
https://doi.org/10.9708/jksci.2020.25.06.095
Neste
estudo, o autor parte da análise dos comportamentos dos professores online para
contruir um novo modelo de ensino online eficaz. O trabalho foi feito a partir
da recolha de dados de cinco professores online com experiência no ensino (de
várias disciplinas) e analisou-os utilizando a "Teaching Behavior Analysis
Tool" (TBAT).
Com
este estudo, Lee concluiu que um ensino online, para ser eficaz, requer não só
conhecimentos específicos da disciplina (científicos e didáticos), mas também
várias outras competências transversais como interação com os alunos a
distância, o feedback adequado e a gestão do tempo. Para que tal suceda, não
basta a iniciativa e o empenho dos professores online em devem melhorar as suas
competências de ensino, tendo que haver por parte das instituições educativas disponibilidade
e interesse em prestar apoio e formação aos professores online.
segunda-feira, 22 de maio de 2023
Temática II - Dimensão Professor (Humano e Virtual) - I
Bibliografia
comentada das referências sugeridas pelas Professoras Lina Morgado e Maribel
Pinto.
Guerreiro, A.;
Barros, D.M. V., Morgado, L. (2019). Tutoria com agentes inteligentes na
educação online. "Revista Teias” Vol. 20, nº especial, p. 184-198.
https://doi.org/10.12957/teias.2019.43038
Este artigo procura caracterizar o papel e as
funções do professor online através da análise dos resultados de um
questionário. Os autores investigaram as perceções e práticas dos professores
online, centrando-se nas suas estratégias de ensino, nas formas e meios de
interação com os alunos, nos métodos e estratégias de avaliação e no contributo
geral na criação do ambiente de aprendizagem online. O questionário foi
aplicado a uma amostra de professores online e os dados recolhidos foram
analisados para obter uma visão dos aspetos multifacetados do papel que o
professor online tem de desempenhar.
Este documento é muito interessante na medida em
que fornece pistas interessantes sobre a autoperceção que os professores têm do
seu trabalho, das nuances que o separam do trabalho do professor que não tem
presença online e das suas perspetivas, bem como das práticas destes
professores em diferentes contextos de aprendizagem.
Ao analisar os resultados do questionário, os
autores reúnem informações sobre a diversidade de estratégias de ensino e as
modalidades de interação professor-aluno utilizadas pelos professores online,
bem como as possíveis abordagens à avaliação. Desta forma, os resultados do
estudo permitem não só uma melhor compreensão da natureza multifacetada do
papel do professor online, mas também contribuem com informações relevantes
acerca do desenvolvimento de práticas de ensino online mais eficazes. Assim,
este artigo reveste-se de particular importância e interesse para os
investigadores na área do eLearning, bem como para os profissionais de educação
interessados em melhorar as suas aptidões enquanto professores online e,
consequentemente, melhorar a qualidade do ensino online.
Morgado, L.
(2001). O papel do professor em contextos de ensino "online”: problemas e
virtualidades". Discursos: perspetivas em educação, nº especial, p.
125-138
http://hdl.handle.net/10400.2/1743
Neste artigo a Professora Lina Morgado explora o
papel do professor em contextos de ensino online, nas suas diferentes nuances,
vantagens e constrangimentos, e propõe um modelo pedagógico para um ensino
online eficaz. A autora discute as características únicas e os desafios do
ensino online, salientando a importância da conceção pedagógica, da
comunicação, da presença e do feedback. No modelo que propõe, a Professora Lina
Morgado apresenta uma estrutura que engloba a dimensão mais técnica e a
dimensão pedagógica do ensino online, fornecendo orientações para os
professores que desempenham ou pretendem desempenhar estas funções em contextos
online, em termos de planeamento, interação com os alunos, avaliação das
aprendizagens e apoio.
Para além de abordar os principais desafios que o
ensino online traz aos professores, este artigo reúne uma diversidade de
informações valiosas e orientações práticas para os educadores e formadores
online. Salienta-se a importância das considerações pedagógicas, das
estratégias de comunicação que podem ser utilizadas e da importância da
presença ativa do professor online para haver a garantia de uma experiência de
aprendizagem online bem-sucedida. Este artigo constitui assim um recurso
interessante quer para professores e educadores, como para designers
instrucionais envolvidos na criação de recursos e ambientes de aprendizagem
para apoiar o ensino online, para além de inspirar investigadores na área do
eLearning no estudo e desenvolvimento de práticas de ensino online eficazes, e
na construção de modelos pedagógicos virtuais.
Anderson,
Terry (2008). Teaching in an Online Learning
Context. In Anderson, Terry (Ed), Theory
and Practice of Online Learning. Athabasca University: Au Press (2ª Edição).
Este capítulo da obra Theory
and Practice of Online Learning tem uma importância fundamental para
a compreensão da importância do papel desempenhado pelos professores online e
dos desafios que estes enfrentam num panorama que estão em permanente mudança e
atualização.
Ao delinear os três principais componentes da presença do professor online e
disponibilizar um modelo teórico abrangente e alargado, o autor (Terry
Anderson) fornece orientações para implementar condições para um ensino online
eficaz.
O reconhecimento da natureza dinâmica da
aprendizagem online e da rápida evolução das tecnologias baseadas na Web,
instiga a necessidade de os professores online serem agentes de adaptação
capazes de se adaptarem e abraçarem novas oportunidades e desafios
Além disso, o autor destaca que, apesar dos
avanços tecnológicos, as características fundamentais do ensino e da
aprendizagem continuam a ser cruciais, e a pedagogia continua a prevalecer
sobre a técnica e os instrumentos. A discussão sobre a importância da presença
do professor enquanto agente facilitador, tanto em ambientes de sala de aula
online como tradicionais, reforça a importância de ancorar as nossas práticas
de ensino em conhecimentos pedagógicos robustos, para que estas possam ser
eficazes em vários ambientes de aprendizagem.
Este capítulo, em particular, fornece pistas
sobre a maximização da eficácia do ensino na aprendizagem online, ao mesmo
tempo que reconhece a evolução contínua da tecnologia e alerta para a necessidade
de se fazerem as necessárias ancoragens pedagógicas neste domínio.
segunda-feira, 3 de abril de 2023
Ambientes Pessoais de Aprendizagem - Dimensão Estudante – Parte II
Na sequência do post anterior e depois de refletir acerca do conceito de PLE e quais são as componentes do meu próprio ambiente pessoal de aprendizagem, e de como ele tem evoluído numa perspetiva de aprendizagem ao longo da vida, chegou a altura de apresentar uma sua representação visual com uma descrição comentada.
A minha dificuldade começou
imediatamente na representação visual, pois segundo Cenka et al (2022), os PLE
compreendem 4 dimensões: a pessoal, a tecnológica, a organizacional e a social,
das quais apenas consigo representar visualmente a tecnológica, que incorpora
as ferramentas digitais que utilizo numa base diária.
Assim, optei por construir a representação
visual que apresento de seguida, e descrever de que forma estas ferramentas
digitais constituem a minha referência e, como refere Adell (2010), me permitem
estabelecer as conexões com as fontes de informação e pessoas que fazem parte
deste ambiente onde aprendo e construo conhecimento.
Começando por refletir sobre a
minha forma de aprender, estabeleci as seis categorias de ação nas quais
subdividi a representação gráfica, embora tenha depois chegado à conclusão que
estas categorias não só não são estanques como, por vezes, a linha que as
separa é muito ténue, tal a força com que estão interligadas.
Ainda assim, consegui distinguir
que, no meu processo de aprendizagem estão envolvidos processos e pesquisa e
obtenção de informação e conteúdos (Pesquisar); uma componente de trabalho
colaborativo na qual aprendo em interação com os meus pares, mas também com os
professores e, na minha prática diária, com os meus alunos (Colaborar); a
dimensão da produção de algo que representa a minha aprendizagem, seja em forma
de reflexão ou de um recurso ou artefacto produzida durante o processo (Criar)
e que culmina com a sua divulgação, preferencialmente através da internet
(Publicar). Há ainda que destacar a permanente troca de informações e
aprendizagem que acontece dentro da minha rede de contactos (Comunicar) e a
forma de gestão de todos os processos envolvidos na aprendizagem (Organizar).
Relativamente ao Pesquisar, o meu
ambiente engloba motores de busca que me permitem aceder rápida e facilmente a
recursos sobre qualquer assunto sobre o qual tenha interesse, importando depois
refinar a pesquisa e bibliotecas de partilha de conhecimento digital como a
wikipedia. No âmbito mais académico tenho por hábito utilizar bibliotecas digitais
(por exemplo: Scileo ou Google Scholar) e repositórios institucionais como o RCCAP,
através dos quais acedo a publicações académicas de acesso aberto. Como fonte de
recursos audiovisuais é frequente recorrer ao YouTube, principalmente para
entrevistas, tutoriais de ferramentas digitais, documentários.
Para colaborar utilizo preferencialmente
o Microsoft Teams (ferramenta contratualizada pelo Agrupamento de Escolas em
que trabalho), o OneDrive da conta de estudante da Universidade Aberta no
trabalho com os meus colegas de curso e a Drive da Google associada ao meu
endereço de e-mail pessoal para os outros contactos fora destas duas redes que
acabei de referir. Importa referir que sendo todo o nosso trabalho no âmbito do
mPeL realizado em ambiente Moodle, através da PlataformAberta, este faz também parte
das ferramentas de colaboração que mais utilizo. Optei, no entanto, por o incluir
no domínio da comunicação pois é a forma como comunicamos entre colegas, mas
também com os professores, e considerei que é sempre veículo de comunicação,
independentemente de ser usado com fins colaborativos ou não.
Para a criação de recursos utilizo
uma multiplicidade de ferramentas, consoante os objetivos do trabalho a
realizar e o tipo de recurso pretendido. Inclui a título de exemplo algumas ferramentas
incluídas no Office 365 (por usar ferramentas Microsoft tanto em ambiente de
escola como no mPeL) como o Word, o Excel e o PowerPoint, e também a ferramenta
de apresentação Prezi e, por exemplo para a criação de mapas conceptuais, o
Canva. São apenas alguns exemplos de entre muitas que poderia ter escolhido.
No âmbito da publicação (online)
dos produtos da minha aprendizagem tenho usado frequentemente o issuu e o Blogger
(no qual criei o blogue de curso, que serve de instrumento de registo e
reflexão acerca desta minha jornada de aprendizagem).
Como ferramentas de comunicação optei
por apresentar apenas as de caráter mais formal, como sejam o Gmail (e-mail
pessoal), Outlook (conta de estudante da Universidade Aberta e conta
profissional de docente) e o Moodle, como já referido. Acrescem a estas o WhatsApp,
para comunicação com colegas de trabalho, de curso e todas as outras que constituem
a minha rede de contactos.
Em termos de gestão da
aprendizagem e organização pessoal e profissional recorro às ferramentas da
Google e da Microsoft associadas às contas (pessoal, profissional e escolar) já
mencionadas e, muito frequentemente, ao OneNote, que me permite construir
portefólios onde agrego os assuntos que me interessam, para além de permitir o
trabalho colaborativo.
Uma vez que o meu PLE pretende
ser representativo da minha maneira de aprender, como refere Adell (2012), é obrigatório
referir que a internet está omnipresente em todas as suas dimensões pois é ela
que permite não só o acesso às ferramentas utilizadas, mas também é a forma
mais rápida e eficaz de aceder a fontes de informação e facilita o contacto e a
comunicação com as pessoas que fazem parte da minha rede de contactos pessoais
e profissionais, com as quais aprendo formal ou informalmente.
Referências:
Adell, Jordi (2010). Jordi’s Personal
Learning Environment [Vídeo no Youtube]. Entrevista.
Disponível em PLE by Jordi Adell
Downes, Stephen (16-10-2005). e-Learning
2.0. eLearn Magazine. http://www.readability.com/articles/ienxzeck
Mota,
José (2009). Personal Learning Environments: Contributos para uma discussão do
conceito. Educação, Formação & Tecnologias, vol.2 (2); pp. 5-21,
Novembro de 2009. http://eft.educom.pt/index.php/eft/article/view/105/66
Peña-López, Ismael (2010) “Mapping the
PLE-sphere”. ICTlogy, #82, July 2010. http://ictlogy.net/review/?p=3437
Cenka et al (2022). Personal
learning environment toward lifelong learning: anontology-driven conceptual
model, Interative Leraning Environments. https://doi.org/10.1080/10494820.2022.2039947
Wilson, S., Liber, O., Johnson, M., Beauvoir, P., Sharples,
P., & Milligan, C. (2009). Personal Learning Environments: Challenging the
dominant design of educational systems. Journal of E-Learning and
Knowledge Society, 3(2). https://doi.org/10.20368/1971-8829/247
Attwell,
Graham. (2021). Personal Learning Environments: looking back and looking
forward. https://doi.org/10.13140/RG.2.2.18802.63684
segunda-feira, 27 de março de 2023
Ambientes Pessoais de Aprendizagem - Dimensão Estudante – Parte I
Na unidade curricular Processos
Pedagógicos em eLearning começamos por refletir sobre o papel dos Personal
Learning Environments (PLE) na aprendizagem em rede, segundo a perspetiva do
estudante.
Foram sugeridos alguns recursos,
dos quais apresento de seguida uma brevíssima resenha.
Adell, Jordi (2010). Jordi’s Personal
Learning Environment [Vídeo no Youtube]. Entrevista.
Disponível em PLE by Jordi Adell
Nesta entrevista
Jordi Adell descreve o que é um Personal Learning Environment, a partir dos
seus pressupostos teóricos e descrevendo as suas componentes, salientando a perspetiva
da sua utilização sob a ótica do estudante e da sua relevância para a
aprendizagem. Os PLE não são nem aplicações nem software, são um conjunto de
ferramentas, fontes de informação e pessoas, conectadas em rede, que constituem
a referência para o estudante; e permitem que este estabeleça os seus próprios
objetivos e ritmos de aprendizagem, construindo o seu conhecimento também com
base na partilha com a sua rede de contactos.
Downes, Stephen (16-10-2005). e-Learning 2.0. eLearn
Magazine.
http://www.readability.com/articles/ienxzeck
Retrata a forma
como o eLearning passou de uma modalidade de ensino relativamente à qual havia
algumas desconfianças relativamente à sua eficácia para a situação atual, em
que se encontra amplamente divulgado e em permanente evolução, a par da da web.
Neste contexto, destaca a importância das comunidades de práticas, da
construção de conhecimento na interação com os outros, e da comunicação e
partilha.
Mota, José
(2009). Personal Learning Environments: Contributos para uma discussão do
conceito. Educação, Formação & Tecnologias, vol.2 (2); pp. 5-21,
Novembro de 2009.
http://eft.educom.pt/index.php/eft/article/view/105/66
Procura
contribuir para uma definição do conceito de Personal Learning Environment a
partir das abordagens de diferentes autores relativamente às suas
caraterísticas e finalidades, e a forma como se relaciona com os ambientes
virtuais de aprendizagem institucionais (VLE). Termina com exemplos de
operacionalização de um PLE.
Peña-López,
Ismael (2010). Mapping the PLE-sphere. ICTlogy, #82, July 2010.
http://ictlogy.net/review/?p=3437
Procura mapear os
conceitos e abordagens em termos de Ambientes Virtuais de Aprendizagem (VLE),
focando a dimensão das instituições (LMS - Learning Management Systems), a do
estudante (PLE Personal Learning Environment) e
as conexões que podem estabelecer-se entre ambas, dando origem a
Institutional Personal Learning Environment (iPLE) ou a Hybrid Institutional
Personal Learning Environment (HIPLE) - cuja definição e integração são apresentadas
no artigo.
Cenka et al (2022). Personal learning
environment toward lifelong learning: anontology-driven conceptual model,
Interative Learning Environments.
https://doi.org/10.1080/10494820.2022.2039947
Este estudo
propõe um modelo conceptual para os PLE que compreende quatro dimensões: a
pessoal, a tecnológica, a organizacional e a social, nas perspetivas quer do
ensino (professor) quer da aprendizagem (estudante), e que pressupõe a
utilização de ferramentas digitais para procurar, registar e discutir acerca da
informação e comunicação de ideias e conhecimentos.
Após a análise dos referidos recursos
e já com alguns conhecimentos sobre o assunto, iniciei uma pesquisa informada
de outros que me permitissem complementar o estudo desta temática. Desses,
selecionei os dois artigos que apresento de seguida na forma de bibliografia
anotada, um de 2009 e outro mais recente, de 2021, que permitem contextualizar
os PLE e a sua evolução, bem como perspetivar a sua importância no futuro da
aprendizagem, sobretudo em EaD.
Wilson, S., Liber, O.,
Johnson, M., Beauvoir, P., Sharples, P., & Milligan, C. (2009). Personal
Learning Environments: Challenging the dominant design of educational
systems. Journal of E-Learning and Knowledge Society, 3(2).
https://doi.org/10.20368/1971-8829/247
Este
artigo aborda o conceito de Personal Learning Environments (PLE) e a sua importância
no sentido em que estes se apresentam como alternativa ao formato ainda predominante
dos sistemas educativos tradicionais, que se encontram desajustados da realidade
atual do acesso e utilização da rede.
Os
autores definem os PLE como sendo o conjunto de ferramentas, serviços e
recursos passíveis de ser utilizados pelo estudante para documentar e apoiar a
sua aprendizagem formal e informal, podendo incluir plataformas de aprendizagem
online, mas também blogues, wikis e uma multiplicidade de ferramentas digitais.
Estes permitem uma abordagem mais flexível e orientada para o estudante e pelo
estudante, que passa a assumir o controlo da sua aprendizagem e a poder conciliar
as suas preferências com os seus objetivos, ao mesmo tempo que desenvolve a autonomia.
Ao contrário das abordagens que se baseiam numa conceção universal e
uniformizadora do ensino e da aprendizagem, os PLE permitem aos estudantes
personalizar as suas experiências de aprendizagem, integrando-as com os seus
interesses pessoais e enriquecendo-as através da interação com a sua rede de
contactos, o que pode proporcionar maior motivação e envolvimento.
Em
suma, este artigo estabelece a comparação entre os VLE (também conhecidos como
LMS – Learning Management Systems) e os PLE, realçando a mudança que os
segundos representam na forma de conceber os sistemas educativos, bem como o
poder e o potencial que têm de transformar o modo como encaramos o ensino e a
aprendizagem. Realça as diferenças conceptuais entre os dois sistemas e
contextualiza e explica por que razão os PLE são se coadunam com a aprendizagem
ao longo da vida numa perspetiva de fusão das aprendizagens formais e
informais.
Attwell, Graham.
(2021). Personal Learning Environments: looking back and looking forward. https://doi.org/10.13140/RG.2.2.18802.63684
Este
artigo contextualiza o passado e o presente dos Personal Learning Environments
(PLE), refletindo sobre a sua evolução e a forma como falhou a sua adoção de
forma generalizada, e perspetivando o seu futuro.
Começa
por contextualizar o modo como os PLE surgiram como resposta às limitações dos
Learning Management Systems (LMS) tradicionais, definindo-os como um conjunto
de recursos e ferramentas digitais que os estudantes podem utilizar para gerir
as suas aprendizagens formais e informais. O autor defende que os PLE podem
ajudar a promover nos estudantes o desenvolvimento de competências como a
autonomia, a capacidade de colaboração e, num sentido mais lato, a literacia digital,
mas aponta também os desafios associados, nomeadamente as questões relacionadas
com a segurança online e a proteção de dados e as dificuldades de integração
entre os PLE e os mecanismos e procedimentos de educação formal. Por fim, são
apontados possíveis rumos para os PLE, integrando soluções de inteligência
artificial e realidade virtual e aumentada.
De
um modo geral, o artigo apresenta uma visão contextualizada e abrangente dos
PLE e da sua evolução, alertando para os seus constrangimentos, mas também para
as suas potencialidades no futuro da educação.
O próximo passo no estudo dos
Ambientes Virtuais de Aprendizagem será refletir sobre a minha própria
experiência de aprendizagem ao longo da vida e, em particular, enquanto
estudante do mPeL, e apresentar uma representação visual do meu PLE.
sábado, 18 de fevereiro de 2023
Potencialidades do uso do Blockchain aplicado à Educação
No âmbito da Unidade Curricular Materiais e Recursos para o eLearning, fomos desafiadas pela Professora Ana Nobre a produzir um REA para uma exposição virtual intitulada “O presente e o futuro da educação online: perspetivas e desafios".
Com este enquadramento, pensamos desenvolver algo relacionado com tecnologias
emergentes e o seu lugar no futuro da educação, por considerarmos ser
interessante e desafiador para a nossa pesquisa e aprendizagem.
Neste contexto, e durante a análise de Relatórios Horizon, destinada à
elaboração de um trabalho na Unidade Curricular de Educação e Sociedade em
Rede, em que a tecnologia Blockchain é referida e abordada como tendo valor
potencial para a educação, a nossa curiosidade sobre o tema ficou desperta.
Também entendemos que poderá despertar muito interesse tanto em alunos como
professores, dado tratar-se de um assunto emergente e promissor para a evolução
da educação, de acordo com o disposto nos referidos relatórios.
Assim, pensamos conceber o nosso REA, acerca deste assunto, dando-lhe o
nome de: Potencialidades do uso do Blockchain aplicado à Educação
Decisões que tomamos
e fundamento
Como decidimos fazer o trabalho a par (Alexandra e Andreia), para facilitar
a nossa troca de informações, face à grande diferença horária e também para ser
mais prático e rápido, optamos por criar documentos partilhados na OneDrive do
Office 365 associada às nossas contas de estudantes da Universidade Aberta, que
construímos colaborativamente, articulando o trabalho em grupo através do
Whatssapp.
O que decidimos fazer? Ambas pioneiras na descoberta deste tema,
resolvemos iniciar aleatoriamente pesquisa e verificar o que existia como
material produzido, fidedigno e revelador do potencial do Blockchain associado
à Educação.
Trocamos informações e concordamos que muito do material existente sobre
Blockchain, nos remetia para as moedas digitais (Bitcoin, Ethereum), o que nos
afastava da essência do tema que decidimos explorar.
E foi nesta troca de opiniões que decidimos não abordar moedas digitais
e restringirmos a pesquisa à ligação Blockchain/Educação. O foco iria estar em
fornecer uma abordagem teórica e informativa acerca da tecnologia Blockchain e
formas como pode ser explorada no domínio da Educação e, caso a pesquisa nos
permitisse fazê-lo, apresentar a professores e formadores recursos e sugestões
de abordagem a este tema com os alunos.
Decidimos criar uma pasta partilhada onde cada uma ia acrescentando
conteúdos e fomos assim, num trabalho colaborativo e em função da
disponibilidade de cada uma construindo toda a parte teórica deste desafio.
Preocupações que
tivemos
Constatamos que muita informação está disponível em vídeos, blogues, sites
de economia, e muito pouco em artigos científicos, o que nos preocupou e
dificultou na agregação de conteúdo credível. A referida falta de estudos
académicos é visível está bem patente nas referências bibliográficas e recursos
consultados, quase todos páginas web que tivemos a preocupação de referenciar.
Preocupamo-nos em identificar a existência de universidades e
projetos existentes, já a operar na
ligação Blockchain/Educação como forma de garantir a veracidade de alguma
informação que fomos recolhendo de fontes não científicas.
Tivemos o cuidado de utilizar no nosso trabalho apenas imagens do
domínio público ou com licenciamento de utilização livre, referindo a fonte de
todas elas, mesmo quando tal não era referido.
Outra preocupação que nos assistiu foi encontrar a ferramenta certa para
o Design do REA.
Desafios que tivemos de ultrapassar
Considerando os desafios provocados pelas tecnologias de informação e
comunicação (TIC), os desafios no uso de recursos educacionais abertos,
ambientes de produção, proliferação de fontes, diferentes tipos de licenças,
comunicação e aprendizagem em rede, os conteúdos errados ou deturpados, as
falsas noticias ou informações, percebemos que a educação terá de se tornar
cada vez mais inclusiva, acessível e equitativa. Agregar todos estes desafios e
apresentar uma tecnologia emergente e inovadora e relacioná-la com o futuro da
educação foi, desde logo, o nosso primeiro desafio.
Todas estas considerações constituíram um desafio desde a condução
inicial do nosso trabalho até ao final. Procuramos distribuir os conteúdos de
forma simples, com linguagem acessível e esclarecimento dos diferentes
conceitos, exemplificando e demonstrando com aspetos práticos.
Fizemos hiperligações para fontes fidedignas e apresentamos um REA,
procurando ultrapassar o desafio de demonstrar a existência na prática da
aplicabilidade da blockchain à educação.
Todo este trabalho tem sido um desafio e constitui-se como um REA com
predominância descritiva, pelo que inicialmente tínhamos pensado apresentá-lo
recorrendo à ferramenta de apresentação multimédia Prezi, mas reconsiderámos a
sua adequação e decidimos alterar para um formato que nos permitisse publicar
um livro. Esta alteração deve-se ao elevado volume de conteúdo descritivo.
Uma vez que esta tecnologia é emergente e ainda não há muitos estudos
académicos neste âmbito, em português, decidimos que o nosso REA seria
apresentado sob a forma de e-book (aberto), contribuindo assim para a
divulgação das aplicações do blockchain na educação. Assim, ao longo do
desenvolvimento do trabalho, percebemos que a nossa estratégia passaria pela
publicação nos nossos blogues de curso uma versão do trabalho usando a
ferramenta ISSUU e a disponibilização adicional do e-book em vários formatos, pela
melhor possibilidade de integração com os recursos que decidimos incluir, o que
constituiu um desafio também na descoberta destas ferramentas. O e-book é
disponibilizado em formato PDF (o mais comum quando se trata de leitura em PC,
tablet ou smartphone) e também, para agradar aos utilizadores dos e-readers mais
comuns, em formato AZW3, EPUB e MOBI. A conversão foi feita usando um software
livre de gestão de e-books (Calibre).
Disponibilização do REA e Licença
O REA produzido será disponibilizado inicialmente nos nossos blogues de
curso, em apresentação no formato ISSUU e em vários formatos de e-book.
Prevemos que possa ser disponibilizado em repositórios de REA mediante o
feedback que recebermos acerca da sua qualidade, revisão pela professora e
pelos pares, e licenciamento.
Importa aqui explicar que consideramos que este trabalho pode ser
interessante para dois tipos diferentes de público: o contexto mais teórico
poderá interessar a estudantes como nós, pelo que poderia ser adequado a um
repositório como o da Universidade Aberta. As abordagens do tema Blockchain em
aulas de Matemática/Cidadania poderão interessar mais a professores e
formadores, pelo que considerámos a sua disponibilização em repositórios de
recursos mais orientados para este público, como o OERCommons, por exemplo.
Pretendemos licenciar o nosso trabalho usando uma licença livre Creative Commons, fazendo a submissão do REA no repositório https://creativecommons.org/ após a revisão por parte da professora e dos colegas.
Iremos optar pelo tipo de Atribuição (CC BY-SA), dado permitir que terceiros criem, adaptem e remisturem informação partindo da obra intelectual, dando crédito ao autor, requerendo apenas que, na eventual criação de trabalhos derivados deste seja usada a mesma licença. É permitido o uso para qualquer finalidade, inclusive a comercial, desde que o autor seja identificado, o que possibilita que o trabalho seja redistribuído, adaptado, recombinado e sirva de base para novas obras.
Entendemos que os REA cumprem a sua finalidade e utilidade quando são
disponibilizados para o mundo.
O desenvolvimento deste trabalho não foi fácil, por termos querido ser
diferenciadoras no tema em estudo, ainda pouco explorado, o que acabou por
dificultar muito a constituição deste REA.
Percebemos que qualquer assunto de pesquisa na era digital, mais
especificamente no contexto da educação aberta, exige do pesquisador um elevado
foco de concentração sobre a temática em estudo e sobretudo muita análise no
rigor e veracidade dos conteúdos.
Também percebemos que assuntos novos, emergentes e inovadores, carecem
de mais pesquisa rigorosa e correm maior risco de surpreender, tanto pela
positiva, como pela negativa.
Em suma, este trabalho constituiu-se como um bom desafio para a nossa
aprendizagem e concretizamos o recurso com a certeza de que reunimos um
conjunto elevado de informação interessante e conseguimos, a partir daí,
produzir conteúdo com interesse do foro educacional, convertemo-lo num REA que
irá enriquecer a aprendizagem de alunos e professores e quem sabe despertar
mentes cujo empenho possa suscitar novos projetos, novos REA e maior
envolvimento entre esta tecnologia Blockchain e uma das muitas dimensões da
Educação.
O REA por nós produzido:
Potencialidades do uso do Blockchain aplicado à Educação (ISSUU)
O e-book pode ser descarregado nos seguintes formatos (clicar no formato desejado):
PDF EPUB AZW3 MOBI
sábado, 21 de janeiro de 2023
Seleção e utilização de Recursos Educativos Abertos
Na
sequência do post já publicado acerca de Repositórios de Recursos Educativos Abertos,
cumpre agora refletir sobre a forma como selecionamos REA e os adaptamos às nossas
práticas. Da minha experiência profissional, considero que o recurso a REA é
ainda incipiente nas escolas portuguesas principalmente por desconhecimento
acerca de onde os encontrar (fontes de REA fidedignas e de qualidade), acerca
das licenças e direitos autorais, acerca da forma como se podem adaptar,
partilhar e redistribuir estes materiais. É fundamental dotar os docentes de
conhecimentos teóricos e práticos que lhes permitam compreender os benefícios e
potencialidades dos REA e, a partir daí, partir para a seleção, adaptação e conceção
de estratégias pedagógicas e didáticas significativas e enriquecidas por estes
recursos.
Em primeiro lugar, importa esclarecer sobre o
que são os Recursos Educativos Abertos e compreender as suas potencialidades do
ponto de vista do professor. De acordo com Wiley (2014), um REA carateriza-se
através de 5Rs: Retain – possibilidade de guardar uma cópia pessoal dos
REA; Reuse – possibilidade de reutilizar o REA em diferentes contextos; Revise
- possibilidade de adaptar o REA, modificando o seu conteúdo ou forma; Remix
– possibilidade de combinar o REA original ou adaptado com outro, criando um
novo recurso; Redistribute – possibilidade de partilhar o REA original
ou modificado, bem como nonos recursos em que este seja incorporado. Cada uma das
cinco propriedades referidas poderá estar mais ou menos presente em cada
recurso, consoante o tipo de licenciamento que foi feito.
Na
escolha que fiz para esta atividade procurei recursos cujas caraterísticas e licenciamento
vão ao encontro dos 5Rs de modo a: poder guardar para mim uma cópia do recurso
original, modificá-lo de modo a adequar aos recursos físicos e às
caraterísticas dos alunos das turmas, reutilizá-lo em anos subsequentes com
outras turmas, integrá-los com outros recursos que já tenho e partilhá-lo com
os meus colegas de grupo disciplinar ou partilhá-lo novamente no mesmo repositório
com as alterações introduzidas e um reflexão acerca da sua implementação. Para além
das caraterísticas referidas, os recursos que apresento de seguida foram
escolhidos tendo em conta outros critérios: adequação à faixa etária dos
alunos, rigor científico, adequação ao currículo, adequação a alunos com
necessidades educativas especiais (que estando integrados nas turmas, tenham a
oportunidade de realizar as mesmas experiências de aprendizagem e participar em
condições de equidade), não requererem a utilização de ferramentas e/ou
plataformas adicionais para além das adotadas institucionalmente (evitando
múltiplos registos dos alunos em plataformas externas e possíveis problemas de
segurança digital que daí possam advir).
Primeiro recurso: 00Pi – O Agente Irracional
Endereço
web: Casa dasCiências - 00Pi - O Agente Irracional (casadasciencias.org)
O
recurso permite diversas abordagens em sala de aula, desde a leitura do texto (história)
com os desafios, à sua visualização através da animação (o que a torna
acessível a alunos com dificuldades educativos especiais). Inclui também recursos
em Geogebra (software de Geometria Dinâmica de acesso livre), bem como
sugestões de exploração em sala de aula para o professor adaptar à sua
realidade, ou seja, o próprio recurso não só possibilita a adaptação e
reutilização, também a incentiva.
Ao
longo da história são apresentados diversos desafios, que permitem explorar vários
temas matemáticos de 7.º e 8.º ano (7.º ano - Termo
geral de uma sequência numérica e de uma sucessão; 8.º ano - Números e
Operações: Números irracionais e dízimas infinitas não periódicas. Isometrias. Translação.
Reflexão deslizante. Translação. Vetores.)
Uma
vez que os desafios envolvem o uso de materiais manipuláveis e a utilização de
recursos digitais, em atividades de extensão variada, optaria por não exibir o
vídeo todo de uma vez. Provavelmente seria mais interessante explorar o recurso
escrito, solicitando a leitura aos alunos (promovendo a leitura e a expressão oral).
Os trabalhos seriam realizados em grupos e o vídeo segmentado de forma a acompanhar
as aulas de discussão das estratégias utilizadas por cada grupo e apresentação
dos produtos finais.
Segundo recurso: Simple
Rocket Science and Statistics
Endereço web: Simple Rocket Science and Statistics
| OER Commons
O recurso que escolhi não é
acompanhado de uma sugestão de tarefa estruturada, permitindo diversas abordagens.
Apresenta um vídeo muito breve que mostra um zepelin a ser impulsionado pelo ar
ao longo de um fio de pesca. Articulando com os seus conhecimentos de
Físico-Química, os alunos poderão conjeturar que quanto maior o propulsor,
maior a ação e, portanto, maior a reação. De seguida, poderão reproduzir a
experiência (com os materiais disponíveis em laboratório), experimentar
diferentes quantidades de ar e medir a distância que o foguete percorre. Ao fim
de um número adequado de experiências, poderão proceder à organização e
tratamento dos dados estatísticos, utilizar ferramentas digitais para a criação
de gráficos e outras formas de apresentar as suas conclusões acerca desta
experiência, e comunicar os resultados.
Este seria um recurso que eu
gostaria de voltar a partilhar no repositório, incluindo a proposta de trabalho
elaborada e as estratégias didáticas e pedagógicas que ele proporcionou desenvolver.
Referências:
Wiley, D. A. (2014). The
Access Compromise And The 5th R. (http://opencontent.org/blog/archives/3221)
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Bibliografia anotada – O Professor Online Silva, A., & Alves, P. (2009). O papel do professor online num ambiente de educação a ...
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Na sequência do post já publicado acerca de Repositórios de Recursos Educativos Abertos, cumpre agora refletir sobre a forma como selecion...
